Glória Maria relembra topless em entrevista

Apresentadora disse que sente saudade da liberdade que tinha: 'Era tudo livre, sem preconceito, hoje eu acho que encaretou muito'


Por: EGO Em 30 de dezembro, 2016 - 14h02 - Celebridades

Glória Maria é a capa da revista WOW, na última edição de 2016, que faz uma homenagem à cidade do Rio de Janeiro. Na entrevista, a apresentadora relembrou vários momentos do passado.

"Eu ia pra praia todo dia jogava frescobol de fio dental com Cazuza, fazia topless sem ninguém encher, eu vivia livre e ia trabalhar de bicicleta três horas da manhã. Era tudo livre, sem preconceito, hoje eu acho que encaretou muito", disse na entrevista, que revelou ainda o que faz seu coração bater mais forte.

Foto: Divulgação

Confira a entrevista:

Se tivesse apenas um poder que pudesse mudar o mundo, qual seria a mudança?

Um mundo sem intolerância. Aprender a ver o outro como outra pessoa e não como espelho nosso, cada um precisa viver a sua experiência. Eu não posso querer que o outro viva com as minhas referências, a pessoa tem que entender que você é você eu sou eu, o que você gosta OK mas você tem que entender o que eu gosto. Não adianta eu querer te convencer a vir pro meu quadrado, cada um tem que ficar na sua e o outro tem que respeitar isso. Hoje você tem que viver segundo a expectativa alheia, e acho que isso é uma das piores formas de terrorismo, a base do terrorismo, você tem que ser o que eu penso, o que eu acho o que eu sou, se você não for tem que morrer".

Se você pudesse representar o Brasil com apenas uma música?

Garota de Ipanema.

Do que você tem mais saudade?

De um mundo que não existe mais, de um mundo de liberdade onde todo mundo era livre e podia ser o que era. Não tinha critica, não tinha internet, não tinha rede social. Eu ia pra praia todo dia jogava frescoball de fio dental com Cazuza, fazia topless sem ninguém encher, eu vivia livre e ia trabalhar de bicicleta três horas da manhã. Era tudo livre, sem preconceito, hoje eu acho que encaretou muito eu não consigo viver mais nesse mundo. Ficava na praia eu, Luiza Brunet, Rose de Primo, não tinha aids, o que eu sinto saudade é desse época.

O que faz seu coração bater mais forte?

Amor. Eu preciso estar apaixonada. Mas é amor, não é esse amorzinho morno não, eu preciso de derrota, sofrimento, paixão, preciso ser jogada no chão, eu preciso de emoção.

Foto: Divulgação