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Projeto melhora qualidade de vida no Hospital Oncológico

“Projeto Dodói” foi implantando no Hospital nesta sexta-feira (7)


Por: Redação ORM News com informações de assessoria Em 07 de abril, 2017 - 16h04 - Pará

Foto: Divulgação

Em meio à folia e ao alvoroço de brincadeiras, os pacientes do Hospital Oncológico Infantil Octavio Lobo foram apresentados ao projeto “Projeto Dodói”, na manhã desta sexta-feira (7), em Belém. A medida tem coo objetivo  tornar menos dolorosa, mais lúdica e amigável a rotina de tratamento de câncer entre crianças de 3 a 14 anos em todo o Brasil.

O “Projeto Dodói” é uma iniciativa da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). A meta é humanizar e aprimorar cuidados com essas crianças, desde o diagnóstico até o final dos seus tratamentos. A entidade estima que mais de 400 crianças tenham sido beneficiadas até o momento com kits especiais que incluem jogos, bonecos e publicações que ajudam profissionais de saúde e assistência a dialogar melhor com o público infantil e jovem.

“Nossos kits, dirigidos inicialmente a crianças e jovens de 3 a 14 anos que iniciaram tratamento recentemente no hospital, passarão depois a ser utilizados progressivamente nos cuidados das demais crianças atendidas pelo Oncológico”, disse Tatiane Santos, diretora administrativa e financeira do hospital.

Com a participação do Oncológico Infantil na ação nacional do projeto, colaboradores do hospital de Belém - que hoje é referência estadual em tratamento do câncer para mais de 650 crianças e jovens de 0 a 19 anos – passaram também por treinamentos para usar os bonecos, jogos e brinquedos dos kits em situações rotineiras.  

“Acho isso tudo muito, muito bom. Ajuda e melhora muito a vida de meu filho”, sorria, em meio à animação da manhã, Lucinalva Silva, 32, mãe de N.S., 12, garoto que iniciou seu tratamento no hospital em janeiro passado. “Tudo que estamos vivendo aqui dá força. Assim é mais difícil ele [o filho] ficar pensando besteira. Ele estava muito triste, chorando pelos cantos. Assim saímos de casa e ele melhora”.

Depois que o menino iniciou o tratamento, mãe e filho precisam vir todos dos dias ao Oncológico Infantil. No hospital, além dos cuidados, o garoto também frequenta aulas para continuar os estudos interrompidos na sétima série – tudo pelo projeto Prosseguir, que a instituição mantém em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc).